MISTURAS BETUMINOSAS

Produção e Aplicação de Misturas Betuminosas a Quente

As misturas betuminosas a quente são produzidas em central através da combinação de agregados minerais e ligante betuminoso, previamente aquecidos a temperaturas superiores à temperatura ambiente. Este processo permite garantir condições adequadas para o manuseamento, espalhamento e compactação da mistura durante a sua aplicação em obra.

Existem diferentes designações para este tipo de misturas, de acordo com a sua finalidade e características técnicas, nomeadamente em função da camada do pavimento onde são aplicadas — como camadas de base, regularização ou desgaste —, do tipo de ligante utilizado, incluindo ligantes modificados ou misturas de alto módulo, bem como da granulometria dos agregados. Entre as principais tipologias destacam-se o betão betuminoso drenante, a mistura betuminosa densa e o macadame betuminoso.

A Topbet assegura a produção das suas misturas betuminosas nas respetivas centrais de fabrico, garantindo elevados padrões de qualidade e controlo. Todas as formulações resultam de estudos e ensaios realizados em laboratório, com o objetivo de assegurar o cumprimento das normas técnicas nacionais e europeias, bem como dos requisitos definidos nos cadernos de encargos das empreitadas onde estas soluções são aplicadas.

Produção e Aplicação de Misturas Betuminosas a Frio

As misturas betuminosas a frio são produzidas em central sem necessidade de aquecimento dos agregados. Estas misturas resultam da combinação de agregados minerais com emulsão betuminosa à temperatura ambiente, permitindo o seu manuseamento, aplicação e compactação de forma eficiente.

Em muitos casos, estas misturas apresentam ainda a vantagem de poderem ser armazenadas durante determinados períodos, o que facilita a sua utilização em intervenções de manutenção e reparação.

Trata-se de uma solução técnica sustentável para a execução e conservação de pavimentos rodoviários, apresentando vantagens significativas ao nível da eficiência energética, da redução de emissões e da viabilidade económica ao longo do ciclo de vida da infraestrutura.Tal como nas misturas a quente, as formulações utilizadas resultam de estudos laboratoriais específicos, garantindo o cumprimento das normas nacionais e europeias aplicáveis, bem como das especificações técnicas estabelecidas nos cadernos de encargos das obras em que são utilizadas.